“Só não ouse regar as flores de meu túmulo. Não ouse depositar malditas lágrimas sobre minha morte, você não sabe quantas vezes eu segurei as bordas desse abismo. Quantas vezes escorreguei e meu pé não achou um suporte. Ou mergulhei e não achei o chão. Não sabe. Nem eu sei. Eu perdi as contas de quantas vezes esse mundo foi findo.”
Cecília Sisudez (:
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